Red Dead Redemption
É sempre um prazer retornar a jogos que você parou a algum
tempo e perceber que ele se mantem incrível, pude experimentar isso esta semana
quando retornei a jogar Red Dead Redemption, (em 2013 escrevi uma breve analise
de como este jogo havia me surpreendido).
Lançado em 2010 para Xbox 360 e PS3 pela Rockstar, foi muito
bem avaliado pelas críticas da época, o gráfico envelheceu pouco se compararmos
a outros do mesmo período e um detalhe que sempre me chama a atenção fica na
qualidade das sombras que é bastante superior até para padrões atuais, a
jogabilidade é um pouco confusa no início, mas nada que alguns minutos de jogo
não façam você se adaptar.
O jogo conta a história de John Marston um ex-criminoso do
velho oeste que busca agora uma vida pacata, mas que teve de desistir, pois o
governo dos Estados Unidos sequestrou sua família com a condição de que ele
acabe com sua antiga gangue de crimes, são inúmeras missões em cenários no sul
dos Estados Unidos e parte do México, personagens NPCs marcantes, viagens a
cavalo e até mesmo sequestrar um trem, o final do jogo incrível com um plot
twist que vai deixar você com o queixo caído.
O jogo conta também com um mutiplayer para até 16 jogadores
com diversos modos, muitas variações de capture a bandeira, modo mata mata,
modo cooperativo para até 4 jogadores com missões fechadas.
Existe também uma dlc com modo Zumbi com mais algumas horas
de história no singleplayer e acréscimos no modo multiplayer.
Red Dead Redemption é um daqueles jogos que serão lembrados
para sempre, por suas inovações e por explorar de forma única o velho oeste nos
vídeo games, com sua história profunda e marcante um clássico que merece ser
jogado por todas as gerações.





