quarta-feira, 27 de setembro de 2017

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Caras, 2017 foi o ano que resolvi me dedicar a franquia Zelda, conclui enfim Ocarina Of Time, The Wind Waker HD, atualmente estou jogando Twilight Princess HD, em 2001 finalizei a Link to the Past, mas o que realmente me fez perceber o quanto Zelda merece ser jogado foi o último título, The Legend of Zelda: Breath of the Wild.
Mesmo com todo o passado e fãs em todos os lugares nunca havia realmente parado para jogar, mas desde o primeiro anuncio deste jogo o hipe foi nas alturas, mesmo sem muita grana disponível, fiz minhas economias e comprei um WiiU, não é o melhor caminho, mas ainda assim consegui completar o jogo.
Logo de cara você é largado neste mundo imenso e incrivelmente bonito, mesmo com as limitações técnicas do WiiU e do Switch (a Nintendo quando quer tirar leite e pedra), nessa primeira parte do jogo você deve concluir algumas quest. para entender como o jogo funciona, mas após isso você está ali a mercê, liberdade de ir para qualquer local do mapa.
Este talvez seja o Zelda com uns dos melhores enredos, mas para ter uma percepção completa deve encontrar os registros das memorias que estão espalhadas por todo o mapa, o tempo realmente influencia seu gameplay, chuvas, relâmpagos, calor e frio, tudo realmente importa, quem conhece a franquia vai encontrar diversos locais que oferecem aquela sensação de nostalgia.
Os combates, algo que sempre achei um problema nos demais jogos são muito melhor executados aqui, a variedade de locais e inimigos bem como um ambiente vivo, onde realmente as diversas situações afetam os NPCs fazem com que este jogo esteja entre um dos melhores do ano e com toda certeza o melhor jogo da franquia, se tiver oportunidade compre um Switch e jogue onde for, se não estiver com condições financeira e sem paciência faça como eu pegue um WiiU  e jogo logo este que deve ser obrigatório para todos.
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domingo, 25 de junho de 2017

É a ferro e fogo Mega Man 2.5D é lançado

Após 8 anos Mega Man 2.5D é lançado, o jogo idealizado por fãs da série em 2009 trás diversos mudanças para a série,  com gráficos que remetem aos 8 bits mas com mudanças na perspectiva. O jogo ainda apresenta um modo co-op local onde o segundo jogador controla o Protoman.

Corra e baixe sua copia neste link: Mega Man 2.5D, pois como não há nenhum vinculo com a Capcom não sabemos se do dia para noite eles tiram o jogo do ar como a Nintendo fez com os jogos de Pokemon e Metroid criados por fãs.

https://www.youtube.com/watch?v=hnVrDHHPnPM

Metroid - Zero Mission

Caras nunca joguei o Metroid original lançado em 1986 para o Nes, mas a alguns meses terminei pela primeira vez o Metroid Zero Mission, um remake da versão do nintendinho com muitas melhoras.

Além da obvia melhora gráfica em relação ao original, a jogabilidade está muito fluida, o jogo apresenta algumas cutscenes que acrescentam ainda mais a historia do jogo, no jogo a personagem Samus foi enviada ao planeta Zebes para combater os Space Pirates, que pretendiam dominar a galaxia através da clonagem dos Metroids, uma raça alienígena muito poderosa. Depois de adquirir itens pelo mapa que deixam Samus muito mais forte e derrotar vários inimigos ainda temos uma difícil missão final de stealth com Samus sem sua armadura , para enfim desfrutar da paz.

Mecanicamente o jogo lembra bastante Castlevania: Symphony of the Night, o que para os fãs mais fervorosos de Metroid não foi bom, pois deixou o jogo muito fácil em comparação com o original que não possuía um mapa para sinalizar as salas, pois aqui os mapas sinalizam os pontos para onde temos de ir, os chefes também são derrotados muito facilmente, na verdade eu morri mais contra inimigos normais na partida que nos chefes. O jogo em si trata de andar pelo mapa atras de itens que nos permitem chegar a outra parte do mapa e encontrar outro item, mas o que tem isso demais ? toda a história por trás de Samus ao longo do jogos, gráficos e musicas muito boas para o GBA e uma jogabilidade muito gostosa fazem deste game obrigatório para todos.

 


Museu Itinerante do Videogame na Festa da Uva 2016

Viajar pelo passado, conhecer diversos consoles que via apenas por revistas, alguns deles somente havia ouvido comentários sobre sua existência, hoje foi uma experiencia incrível nos pavilhões da festa da uva em Caxias do Sul, passear pelo museu e conhecer essas maravilhas da industria.

Logo na entrada já conseguíamos ver a identificação do que era aquilo com estandes lotados e muitos a volta esperando sua vez de jogar.

Andando pelo evento pude ver os diversos modelos de consoles de todas as marcas e modelos, inúmeros portáteis e também os vários clones de Nintendinho lançados no Brasil.

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Pude ver também o projeto que não obteve sucesso da parceria entre Apple e Bandai o Console Pippin e o verdadeiro PSX na verdade era uma central multimidia da Sony que juntava gravador de DVD com o console PS2e a primeira aparição do sistema XML, algo que nunca antes teria o prazer de conhecer.

Para mim foi algo fantástico presenciar algo assim e me maravilhar com os vários inventos desta industria que nos fascina desde sempre, recomendo a todos que puderem façam a visita. Fiquem com as imagens da feira, eu tive ainda a oportunidade de jogar Tartarugas Ninja do Nintendinho.

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Papo & Yo - 2012

Ando revendo meus jogos indie da PSN e finalmente terminei um jogo bem interessante de 2012 Papo & Yo.

https://www.youtube.com/watch?v=arfRc-7jRgM

Um jogo muito interessante que tem como protagonista um menino negro de nome Quico, o ambiente do jogo são favelas onde também são implementados os quebra cabeça do jogo, que em sua maioria tem o cenário como foco principal.

O jogo retrata o menino Quico em busca do Xamã para ajudar a controlar o monstro que em diversas partes do jogo o persegue, mas em outras ele está por ali apenas o ignorando enquanto bebe seu coco. No decorrer da historia você percebe que o todo o ambiente é muito pessoal e as situações com o monstro são apenas algo que o menino criou em sua mente para o pai alcoólatra, que em dado momento acaba matando outro personagem importante do jogo, uma clara referencia a realidade de muitos lares devido ao abuso de álcool.

As mecânicas dos quebra cabeças se baseiam em interagir com o monstro e desconstruir os cenários em busca de plataformas com desenhos nas paredes e algumas chaves para acionar e por suas vez criam plataformas impensáveis com os cenários onde tudo ocorre.

Mesmo sendo um jogo antigo conseguiu me envolver bastante principalmente com um tema tão preocupante e você percebe no decorrer que é algo bem autoral por parte dos criadores, o que nos deixa muito envolvidos e até revoltados com os acontecimentos.

 

domingo, 16 de abril de 2017

Jogos com coelho

Em comemoração a pascoa veja nossa lista com os jogos mais malucos trazendo coelhos.
Jazz Jackrabbit
Lançado originalmente para PC em 1994 pela Epic Games ( mesma de Gears of Wars), nele o coelho Jazz tem que salvar o planeta Carrotus e resgatar a sua namorada Princesa Eva, das garras da maléfica tartaruga Devan Shell e seu exército de cascas duras, o jogo teve uma sequência para PC e uma versão para GBA.
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Sam e Max
Baseado em uma historia em quadrinhos nunca lançada no brasil Sam e Max é uma serie de jogos de aventura originalmente criado pela LucasArts para MS-Dos, no game o detetive Cachorro Sam e seu companheiro o coelho hiperativo Max investigam o caso de Bruno, o pé grande e Trixie, a pescoço de girafa que fugiram de uma espécie de circo dos horrores, eles viajam por todo os Estados Unidos tentando solucionar a situação.
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Yo! Noid
Neste jogo muito difícil do Nes, você é um cara vestido de coelho, na verdade o personagem é o mascote de uma rede de pizzaria e a Capcom aproveitou para lançar o jogo para aproveitar o Marketing.  Aqui o nosso “herói” é convocado pelo prefeito para salvar a cidade do Noid Verde (um coelho parecido com o você mas verde), munido de seu iô-iô combata seus inimigos neste jogo quase impossível de terminar.
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Rayman Raving Rabbids
Mais um jogo da serie Rayman, mas aqui você controla os Rabbids seres com aparência de coelhos, na historia suas tecnologias e aparências variam de acordo com sua classe de robôs gigantes a simples coelhos. São mais de 70 mini games que usam a inovação do  wii remote como principal recurso.
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Bugs Bunny: Lost in Time
E não poderíamos deixar de falar de um dos mais famosos coelhos das animações Perna Longa, no jogo Perna Longa aciona acidentalmente uma maquina do tempo e para em “lugar nenhum”,onde há um castelo pertencente ao mago Merlin Munroe. ele explica ao coelho o que está acontecendo e diz que é necessário encontrar o relógio de todas as épocas para que volte ao presente. O jogo foi lançado para PS1 e PC.
Bugs-Bunny-Lost-in-Time1

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Passando vergonha em Grid 2


Vídeo abaixo mostra nossa excelente capacidade de dirigir no Grid 2.