The Legend of Zelda: Breath of the Wild










Após 8 anos Mega Man 2.5D é lançado, o jogo idealizado por fãs da série em 2009 trás diversos mudanças para a série, com gráficos que remetem aos 8 bits mas com mudanças na perspectiva. O jogo ainda apresenta um modo co-op local onde o segundo jogador controla o Protoman.
Corra e baixe sua copia neste link: Mega Man 2.5D, pois como não há nenhum vinculo com a Capcom não sabemos se do dia para noite eles tiram o jogo do ar como a Nintendo fez com os jogos de Pokemon e Metroid criados por fãs.
https://www.youtube.com/watch?v=hnVrDHHPnPM
Caras nunca joguei o Metroid original lançado em 1986 para o Nes, mas a alguns meses terminei pela primeira vez o Metroid Zero Mission, um remake da versão do nintendinho com muitas melhoras.
Além da obvia melhora gráfica em relação ao original, a jogabilidade está muito fluida, o jogo apresenta algumas cutscenes que acrescentam ainda mais a historia do jogo, no jogo a personagem Samus foi enviada ao planeta Zebes para combater os Space Pirates, que pretendiam dominar a galaxia através da clonagem dos Metroids, uma raça alienígena muito poderosa. Depois de adquirir itens pelo mapa que deixam Samus muito mais forte e derrotar vários inimigos ainda temos uma difícil missão final de stealth com Samus sem sua armadura , para enfim desfrutar da paz.
Mecanicamente o jogo lembra bastante Castlevania: Symphony of the Night, o que para os fãs mais fervorosos de Metroid não foi bom, pois deixou o jogo muito fácil em comparação com o original que não possuía um mapa para sinalizar as salas, pois aqui os mapas sinalizam os pontos para onde temos de ir, os chefes também são derrotados muito facilmente, na verdade eu morri mais contra inimigos normais na partida que nos chefes. O jogo em si trata de andar pelo mapa atras de itens que nos permitem chegar a outra parte do mapa e encontrar outro item, mas o que tem isso demais ? toda a história por trás de Samus ao longo do jogos, gráficos e musicas muito boas para o GBA e uma jogabilidade muito gostosa fazem deste game obrigatório para todos.

Viajar pelo passado, conhecer diversos consoles que via apenas por revistas, alguns deles somente havia ouvido comentários sobre sua existência, hoje foi uma experiencia incrível nos pavilhões da festa da uva em Caxias do Sul, passear pelo museu e conhecer essas maravilhas da industria.
Logo na entrada já conseguíamos ver a identificação do que era aquilo com estandes lotados e muitos a volta esperando sua vez de jogar.

Andando pelo evento pude ver os diversos modelos de consoles de todas as marcas e modelos, inúmeros portáteis e também os vários clones de Nintendinho lançados no Brasil.
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Pude ver também o projeto que não obteve sucesso da parceria entre Apple e Bandai o Console Pippin e o verdadeiro PSX na verdade era uma central multimidia da Sony que juntava gravador de DVD com o console PS2e a primeira aparição do sistema XML, algo que nunca antes teria o prazer de conhecer.
Para mim foi algo fantástico presenciar algo assim e me maravilhar com os vários inventos desta industria que nos fascina desde sempre, recomendo a todos que puderem façam a visita. Fiquem com as imagens da feira, eu tive ainda a oportunidade de jogar Tartarugas Ninja do Nintendinho.
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Ando revendo meus jogos indie da PSN e finalmente terminei um jogo bem interessante de 2012 Papo & Yo.
https://www.youtube.com/watch?v=arfRc-7jRgM
Um jogo muito interessante que tem como protagonista um menino negro de nome Quico, o ambiente do jogo são favelas onde também são implementados os quebra cabeça do jogo, que em sua maioria tem o cenário como foco principal.

O jogo retrata o menino Quico em busca do Xamã para ajudar a controlar o monstro que em diversas partes do jogo o persegue, mas em outras ele está por ali apenas o ignorando enquanto bebe seu coco. No decorrer da historia você percebe que o todo o ambiente é muito pessoal e as situações com o monstro são apenas algo que o menino criou em sua mente para o pai alcoólatra, que em dado momento acaba matando outro personagem importante do jogo, uma clara referencia a realidade de muitos lares devido ao abuso de álcool.

As mecânicas dos quebra cabeças se baseiam em interagir com o monstro e desconstruir os cenários em busca de plataformas com desenhos nas paredes e algumas chaves para acionar e por suas vez criam plataformas impensáveis com os cenários onde tudo ocorre.


Mesmo sendo um jogo antigo conseguiu me envolver bastante principalmente com um tema tão preocupante e você percebe no decorrer que é algo bem autoral por parte dos criadores, o que nos deixa muito envolvidos e até revoltados com os acontecimentos.




